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	<title>:: Blog do Guilherme :: &#187; Linux</title>
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	<description>Tecnologia da Informação, Música, Carro e muito mais...</description>
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		<title>Utilizando o update-alternatives para utilizar versões mais atualizadas de programas no Ubuntu</title>
		<link>http://www.guilhermepsa.com/2011/08/18/utilizando-o-update-alternatives-para-utilizar-versoes-mais-atualizadas-de-programas-no-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 21:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já percebeu que nem sempre as distribuições acompanham a evolução dos aplicativos? Um exemplo é o Java JDK, que (até a data desse post) já se encontra em sua versão 1.7.0, porém nos repositórios o openjdk disponível é o 1.6. Outro exemplo é o Firefox, que, dependendo da versão do Ubuntu, se encontra nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já percebeu que nem sempre as distribuições acompanham a evolução dos aplicativos?</p>
<p>Um exemplo é o Java JDK, que (até a data desse post) já se encontra em sua versão 1.7.0, porém nos repositórios o openjdk disponível é o 1.6.</p>
<p>Outro exemplo é o Firefox, que, dependendo da versão do Ubuntu, se encontra nas versões 3.x ou 5.x e já está disponível a versão 6.0.</p>
<p>O problema se tornou crítico, quando tive alguns problemas no JDownloader com o JDK mais &#8220;antigo&#8221;. Então, busquei formas de atualizar a versão do java no sistema, sem provocar grandes problemas, pois se eu utilizava o APT pra desinstalar o JDK antigo, para fazer uma instalação manual, aquele programa sugeria desinstalar vários outros programas que dependem do JAVA, inclusive o JDownloader.</p>
<p>Foi então que descobri o update-alternatives, onde é possível definir alternativas para os programas instalados. De acordo com o help do comando, esse espera os seguintes parâmetros:</p>
<pre>update-alternatives [&lt;opção&gt; ...] &lt;comando&gt;</pre>
<p>O parâmetro &lt;comando&gt;, espera:</p>
<pre>--install &lt;link&gt; &lt;name&gt; &lt;path&gt; &lt;priority&gt;
    [--slave &lt;link&gt; &lt;name&gt; &lt;path&gt;] ...
                           add a group of alternatives to the system.
  --remove &lt;name&gt; &lt;path&gt;   remove &lt;path&gt; from the &lt;name&gt; group alternative.
  --remove-all &lt;name&gt;      remove &lt;name&gt; group from the alternatives system.
  --auto &lt;name&gt;            switch the master link &lt;name&gt; to automatic mode.
  --display &lt;name&gt;         display information about the &lt;name&gt; group.
  --query &lt;name&gt;           machine parseable version of --display &lt;name&gt;.
  --list &lt;name&gt;            display all targets of the &lt;name&gt; group.
  --get-selections         list master alternative names and their status.
  --set-selections         read alternative status from standard input.
  --config &lt;name&gt;          show alternatives for the &lt;name&gt; group and ask the
                           user to select which one to use.
  --set &lt;name&gt; &lt;path&gt;      set &lt;path&gt; as alternative for &lt;name&gt;.
  --all                    call --config on all alternatives.</pre>
<p>Mais detalhes do comando, digite <strong>man update-alternatives</strong>.</p>
<p>Sobre a solução encontrada, segue como atualizar o firefox e o jdk do java:</p>
<p><strong>Java:</strong></p>
<pre><strong>update-alternatives --install /usr/bin/java java /usr/lib/jvm/jdk1.7.0/jre/bin/java 3</strong></pre>
<p><strong>Firefox:</strong></p>
<pre><strong>update-alternatives --install /usr/bin/firefox firefox /usr/lib/firefox-6.0/firefox 1</strong></pre>
<p>Como visto anteriormente, o comando &#8211;install, espera os seguintes parâmetros: &lt;link&gt; &lt;name&gt; &lt;path&gt; &lt;priority&gt;</p>
<p>Então, no caso do java:</p>
<pre><strong>link:</strong> binário java, /usr/bin/java</pre>
<pre><strong>nome:</strong> java</pre>
<pre><strong>path: </strong>/usr/lib/jvm/jdk1.7.0/jre/bin/java</pre>
<pre><strong>prioridade:</strong> nesse caso, como já tinha outro java, coloquei prioridade 3. Para verificar as alternativas já instaladas digite <strong>update-alternatives --display java</strong></pre>
<p>Créditos: <a href="http://balajitheone.blogspot.com/2011/08/installing-oracle-sun-jdk-17-on-ubuntu.html">http://balajitheone.blogspot.com/2011/08/installing-oracle-sun-jdk-17-on-ubuntu.html</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como mudar a senha padrão do PostgreSQL no Ubuntu</title>
		<link>http://www.guilhermepsa.com/2011/08/18/como-mudar-a-senha-padrao-do-postgresql-no-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 20:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como é fácil alterar a senha do usuário postgres.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vinha pesquisando em vários fóruns sobre como acessar a primeira vez o PostgreSQL, instalado diretamente via APT.</p>
<p>Bom, não precisava pesquisar tanto, pois na própria documentação do Ubuntu, existe um tópico explicando como resetar a senha do usuário <strong>postgres</strong>.</p>
<p>Para versões novas do Ubuntu (8.10 acima), basta digitar no console:</p>
<p><strong>sudo -u postgres psql postgres</strong></p>
<p>Se estiver logado como root, o acesso será direto. Caso esteja com um usuário com direito de execução do comando <strong>sudo</strong>, você precisará digitar a senha desse.</p>
<p>Após isso, você já estará no console do PostgreSQL, bastando digitar</p>
<p><strong>\password postgres</strong></p>
<p><strong></strong>Será solicitada a nova senha e redigitação dessa. Para finalizar, digite o comando:</p>
<p><strong>\quit</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais detalhes, acesse o site do Ubuntu.</p>
<p>Fonte: <a href="https://help.ubuntu.com/community/PostgreSQL">https://help.ubuntu.com/community/PostgreSQL</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Formatando a saída padrão do Xdebug com o uso da função var_dump</title>
		<link>http://www.guilhermepsa.com/2011/06/28/formatando-a-saida-padrao-do-xdebug-com-o-uso-da-funcao-var_dump/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 19:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o xdebug, é possível formatar a saída, ao utilizar a função var_dump do PHP. Esse é um recurso do Xdebug em conjunto com o PHP, que fornece uma visualização de variáveis do PHP &#8211; seja quais forem: $_SERVER, $_POST, $_GET, $_ENV, $minhavariavel, $meuObjeto&#8230;. &#8211; com uma formatação em HTML. A grande vantagem disso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="var_dump" src="http://devzone.zend.com/images/articles/2803/var_dump.jpg" alt="" width="341" height="211" />Com o xdebug, é possível formatar a saída, ao utilizar a função var_dump do PHP. Esse é um recurso do Xdebug em conjunto com o PHP, que fornece uma visualização de variáveis do PHP &#8211; seja quais forem: $_SERVER, $_POST, $_GET, $_ENV, $minhavariavel, $meuObjeto&#8230;. &#8211; com uma formatação em HTML.</p>
<p>A grande vantagem disso é a facilidade de visualização das variáveis, trace exceções, mensagens de NOTICE, WARNING, PARSE ERROR, DEPRECATED, etc.</p>
<p>Muitas pessoas podem ter sofrido a mesma dificuldade que tive, ao habilitar essa funcionalidade. Apesar de as informações do PHP (phpinfo) mostrarem que a biblioteca está carregada, a saída do var_dump não vinha formatada. Após vários testes, seguir várias explicações, entre elas, uma sugeria definir o parâmetro &#8220;<strong>xdebug.trace_format=1</strong>&#8220;. Restartando o servidor web, as variáveis continuavam no formato padrão do PHP.</p>
<p>Inicialmente, eu pensei que o problema seria porque estou trabalhando com o Lighttpd e o PHP configurado para trabalhar em modo CGI (FastCGI). Isso ocorreu pois eu utilizava PHP como módulo do Apache e esse era meu servidor web. Ao migrar pra o Lighttpd, instalei o pacote <strong>php5-cgi</strong> (Debian/Ubuntu) e configurei as diretivas necessárias pra funcionar com aquele.</p>
<p>Felizmente, não há diferença, para essa funcionalidade, utilizar o PHP em modo FastCGI ou módulo do servidor Web. Mesmo se esse mesmo PHP fosse utilizado com o Apache em modo FastCGI, o problema persistiria, ou seja, o problema também não é o Lighttpd.</p>
<p>Quando instalamos o pacote php5-cgi, pelo menos nas distribuições Debian-like, as diretivas de configuração pra trabalhar nesse modo são dispostas em uma pasta separada, geralmente em <strong>&#8220;/etc/php5/cgi&#8221;</strong>. Na verdade, além de habilitar a extensão Xdebug, é necessário mudar uma diretiva do PHP, &#8220;html_errors&#8221;. Pelo menos no <strong>php.ini </strong>da opção CGI, essa estava desabilitada &#8211; html_errors = Off. Quando essa diretiva está <strong>Off/0 (zero) / false</strong>, o Xdebug não formata variáveis, trace de exceções e reporting de erros.</p>
<p>Portanto, se você está com esse problema, além de habilitar a extensão Xdebug (Veja o Post <a href="http://www.guilhermepsa.com/2010/02/18/instalando-o-xdebug-no-debianubuntu/"><em>&#8220;Instalando o Xdebug no Debian/Ubuntu&#8221;</em></a>), é necessário habilitar a opção html_errors.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Habilitando os Instaladores Linux pra reconhecerem RAID via Software</title>
		<link>http://www.guilhermepsa.com/2010/02/27/habilitando-os-instaladores-linux-pra-reconhecerem-raid-via-software/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 02:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse post, irei discorrer sobre um problema que enfrentei ao tentar instalar o Debian sobre um volume em RAID via Hardware. Ao final você perceberá como é simples resolver esse problema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem pessoal, essa semana passei por uma problemática toda. Instalei o Debian Lenny numa máquina (servidor), configurei todos os serviços que necessitava e, ao fim de tudo, surgiu uma necessidade, montar um Raid. A máquina possuía apenas um HD de 80 GB e sugeri meu cliente comprar dois HDs de 1.5TB &#8211; pois a placa-mãe só tinha disponível dois conectores SATA -, e nessa situação montei um RAID 1 via hardware.</p>
<p>Inicialmente, eu clonei o HD de 80 GB e esperei pra ver o que aconteceria. Infelizmente não deu muito certo. Como meu tempo era pouco, preferi reinstalar o S.O, mas o Debian continuava reconhecendo 2 HDs. Porém, nada como nosso parceiro Google e as palavras-chave corretas pra encontramos as respostas pra tudo. Encontrei várias soluções, inclusive algumas na verdade sugeriam RAID via Software. Mas um dos documentos foi muito útil. Esse documento, faz parte da Wiki do Debian<a href="#refer1">¹</a>.</p>
<p>Conhecido o cenário e o contexto, vamos à solução. Quando o instalador iniciar na tela onde se escolhe a opção de instalação &#8211; Gráfica, Modo Texto, Recuperação&#8230;. &#8211; basta teclar &#8220;TAB&#8221;, após isso, aparecerão as opções de boot do instalador. Ao final da linha de configuração do inicializador, digite a opção &#8220;dmraid=true&#8221;. Pronto! Agora o instalador reconhecerá apenas o disco em RAID.</p>
<p><strong>Obs.: Essa configuração funcionou para o Debian e provavelmente vá funcionar no Ubuntu também. Outras distribuições podem ter essa opção também.</strong></p>
<p>Simples, não?</p>
<ol>
<li><a name="refer1"></a>Debian Wiki, acessado em 27/02/2010, http://wiki.debian.org/DebianInstaller/SataRaid.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>VMware Server, e problemas com Teclado ABNT</title>
		<link>http://www.guilhermepsa.com/2010/01/20/vmware-server-e-problemas-com-teclado-abnt/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 15:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[VMWare]]></category>
		<category><![CDATA[Debian]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem já instalou o vmware server no ubuntu, já deve ter passado por problemas quanto a configuração do teclado, principalmente quanto as teclas &#8220;/&#8221; e &#8220;?&#8221;. Vários posts na internet sugerem algumas alterações na configuração do vmware mas, no meu caso, nenhuma resolveu. Pesquisando nos fórums e na documentação do VMware, consegui achar a solução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já instalou o vmware server no ubuntu, já deve ter passado por problemas quanto a configuração do teclado, principalmente quanto as teclas &#8220;/&#8221; e &#8220;?&#8221;. Vários posts na internet sugerem algumas alterações na configuração do vmware mas, no meu caso, nenhuma resolveu. Pesquisando nos fórums e na documentação do VMware, consegui achar a solução pra esse problema:</p>
<p>Basta editar o arquivo &#8220;/etc/vmware/config&#8221;, e inserir as seguintes diretivas:</p>
<p><strong>xkeymap.nokeycodeMap = true<br />
xkeymap.keycode.211 =  0&#215;035</strong></p>
<p>No meu caso, como eu já havia instalado o S.O, nesse caso um Debian 5.0, tive que reconfigurar o teclado. Para isso basta digitar no console:</p>
<p><strong>dpkg-reconfigure console-data</strong></p>
<p>e configurar no padrão brasileiro. No meu caso foi bem simples, basicamente &#8220;avançar-avançar-finalizar&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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